Ser Odebrecht Agro é fazer parte de um projeto audacioso e desafiador. Já estamos entre as as melhores, mas não vamos parar por aí. A meta é ser a número 1. Juntos com força, garra, planejamento e acreditando nas pessoas iremos conseguir.

Marcos Rogério de Araújo

Desempenho
dos Negócios

Ser Odebrecht Agro é fazer parte de um projeto audacioso e desafiador. Já estamos entre as as melhores, mas não vamos parar por aí. A meta é ser a número 1. Juntos com força, garra, planejamento e acreditando nas pessoas iremos conseguir.

Marcos Rogério de Araújo

Desempenho dos Negócios

A Odebrecht Agroindustrial atingiu um novo patamar de produção na safra 2015/2016. Com 29,3 milhões de toneladas de cana-de-açúcar moídas em nossos seis Polos Produtivos, tivemos um crescimento de 23% na comparação com a safra anterior e superamos em 6% a meta de 27,5 milhões de toneladas estipulada para o período. Entre abril deste ano e março de 2017, nosso objetivo é chegar a 31 milhões de toneladas moídas.

No último ano, a produção de etanol totalizou 2 bilhões de litros (somando os tipos anidro e hidratado), 29% superior à do ano anterior. No segmento de açúcar VHP, chegamos a 455 mil toneladas, 5% menor que em 2014/2015. Exportamos ainda 2,1 mil GWh de energia elétrica, produzida com o bagaço da cana-de-açúcar, um aumento de 39% na mesma base de comparação.

Moagem e CCT

Produção de etanol (mil m³)

Produção de açúcar VHP (mil toneladas)

Energia elétrica exportada (GWh)

Na área agrícola, mantivemos a priorização de colheita para a cana-de-açúcar de 18 meses, que gera maior produtividade e qualidade do canavial e reduz a necessidade de emprego do capital. No indicador Toneladas de Açúcar por Hectare (TAH), que mede a produtividade e a qualidade da cana, obtivemos uma evolução de 11,8% em relação à safra anterior. O plantio no período atingiu 46 mil hectares, sendo 84% de áreas de renovação de canavial.

No último ano, finalizamos a expansão da Unidade Eldorado, localizada em Rio Brilhante (MS), que passou a contar com a maior moenda do mundo e com uma desidratadora para a produção de etanol anidro. O investimento neste projeto foi de aproximadamente R$ 300 milhões e resultou em um aumento de 66% na capacidade de moagem do Polo Eldorado – saltou de 2,1 milhões de toneladas, em 2008, para 3,5 milhões de toneladas.

Focados no melhor aproveitamento dos nossos recursos e para responder aos desafios econômico-financeiros do setor sucroenergético, desaceleramos na última safra a operação industrial da Unidade Alcídia, em Teodoro Sampaio (SP). As atividades agrícolas foram mantidas e a cana-de-açúcar colhida foi direcionada para a Unidade Conquista do Pontal, em Mirante do Paranapanema (SP). Neste processo, os Integrantes das áreas agrícola, de manutenção e administrativas tiveram seus postos mantidos e cerca de 70% dos Integrantes da área industrial assumiram novas posições em outras Unidades da Empresa.

A interação e o alinhamento entre as áreas de suprimentos, logística e comercial estão entre nossos principais diferenciais competitivos, garantindo o atendimento aos Clientes de forma integrada, com menores custos e mais eficiência. Com essa forma de gestão integrada, otimizamos a contratação de produtos e serviços e asseguramos tomadas de decisões mais rápidas, em linha com as necessidades comerciais da Empresa.

Plantio de cana-de-açúcar

Formação de lavoura (mil hectares)

Trato Cana Soca - TCS (mil hectares)

TCH e TAH

Oportunidades e crescimento

Em crise nos últimos anos, decorrente da ausência de políticas públicas de incentivo ao consumo de etanol no Brasil, o setor sucroenergético começou a dar sinais de recuperação na safra 2015/2016, impactado positivamente por fatores como a recuperação da cotação do açúcar no mercado internacional e a elevação do preço da gasolina no país. O aumento de PIS/Cofins e o retorno da cobrança da Cide sobre a gasolina, em 2015, permitiram que o etanol hidratado voltasse a ser competitivo para os consumidores brasileiros. Além disso, o aumento da mistura de etanol anidro na gasolina de 25% para 27% também colaborou para o crescimento do setor.

 

Essa conjuntura possibilitou que ampliássemos nossa receita líquida em 45% e aumentássemos o Ebitda em 200%, na comparação com o ano anterior. Para aproveitar as oportunidades do mercado e fortalecer a estrutura de caixa da Empresa, concentramos nossos esforços em ações de redução de custos e de melhorias logísticas para a comercialização dos produtos. Buscamos, ainda, antecipar a venda de produtos aos Clientes, maximizando as receitas e a alocação de recursos. O valor adicionado da Odebrecht Agroindustrial totalizou R$ 1,7 bilhão, um aumento de 28% em relação à safra 2014/2015 decorrente sobretudo da elevação nas receitas de vendas. G4-9Clique e tenha mais informações sobre esse aspecto no Complemento GRI G4-EC1Clique e tenha mais informações sobre esse aspecto no Complemento GRI

Receita líquida (R$ milhões)

Ebitda

Geração Operacional de Caixa - GOC (R$ milhões)

Na comercialização de etanol, cujo aumento foi da ordem de 29% em relação ao ano anterior, ampliamos a utilização de modais complementares ao rodoviário – tais como o etanolduto, que já conecta o Terminal de Uberaba (MG) com a refinaria de Paulínia, no interior do estado de São Paulo, e o sistema de cabotagem. Fechamos também acordo de cooperação comercial com um dos maiores grupos do setor petroquímico nos Estados Unidos para importação e exportação do biocombustível, adotando um modelo de combinação de cargas com a Braskem (outra empresa da Organização Odebrecht) que reduz em até 15% o custo do frete marítimo.

 

No segmento de energia, as comercializações atenderam plenamente os contratos de longo prazo firmados nos leilões do mercado regulado e também houve exportações destinadas ao mercado livre, aproveitando as oportunidades decorrentes dos picos no Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) – utilizado como base para a comercialização de energia no curto prazo – no começo do ano-safra.

Outro destaque do ano foi a originação, pela primeira vez, de açúcar refinado para a Biocom, empresa angolana produtora de açúcar, etanol e energia.

Renegociação com credores fortalece estrutura financeira G4-9Clique e tenha mais informações sobre esse aspecto no Complemento GRI

Iniciado no final de 2015, o processo de reestruturação financeira e reforço da estrutura de capital da Odebrecht Agroindustrial foi concluído no primeiro semestre de 2016, envolvendo os credores nacionais e estrangeiros da Empresa.

A operação contempla novos investimentos da Organização Odebrecht no montante aproximado de R$ 6 bilhões. Desse total, R$ 1,5 bilhão será feito em aporte financeiro, R$ 2,5 bilhões serão aportados exclusivamente para o pagamento de dívidas e mais R$ 2 bilhões são provenientes do retorno dos ativos de energia, anteriormente segregados para a Odebrecht Energia Renovável.

 

 

No fechamento da safra 2015/2016, nossa dívida líquida era de R$ 11,5 bilhões, com 64,8% para vencimento a partir de 2017. A operação, além de demonstrar a confiança dos Acionistas em nosso Negócio e na importância do etanol como fonte de energia renovável para a matriz energética brasileira, permitiu que os prazos dos financiamentos fossem ajustados conforme a capacidade de geração de caixa da Empresa, assegurando a manutenção dos investimentos nas operações agrícolas e industriais.

Assim como todas as empresas do setor sucroenergético, temos sido impactados negativamente, nos últimos cinco anos, pela ausência de políticas e ações governamentais que aumentem a competitividade do etanol frente aos combustíveis fósseis e estimulem a adoção de fontes renováveis para a geração de energia. Apesar deste cenário, nossos investimentos em duas Unidades adquiridas e outras sete Unidades greenfield totalizam mais de R$ 10 bilhões.

Nossos Integrantes

A valorização das pessoas, a competitividade e a sustentabilidade são o tripé sobre o qual se sustenta o modelo de negócios da Odebrecht Agroindustrial. Em nossa gestão, investimos na capacitação de nossos Integrantes, na criação de oportunidades para o crescimento profissional em todas as nossas Unidades Agroindustriais e administrativas e na construção de relacionamento entre Líderes e Liderados sustentado na confiança e na parceria. Nossos profissionais executam suas atividades diárias direcionados pela Tecnologia Empresarial Odebrecht (TEO), conjunto de princípios, conceitos e critérios que formam a base da cultura empresarial da Organização Odebrecht.

Desde o momento em que são contratados, nossos Integrantes têm acesso a um programa estruturado de Boas-Vindas, que visa acelerar o processo de integração à Empresa. Além de apresentar o histórico institucional, os números e destaques operacionais e direitos e deveres dos Integrantes, o programa demonstra as iniciativas internas que contribuem para o crescimento profissional.

Nesse momento, apresentamos o Programa de Carreiras, que explicita as habilidades e competências necessárias para o desenvolvimento profissional dentro de cinco eixos – Agrícola; Indústria; Manutenção; Segurança, Saúde e Meio Ambiente (SSMA); e Administração. Os lançamentos (como chamamos internamente as promoções a novas posições) são realizados conforme as demandas da Empresa, sempre dando prioridade aos Integrantes que assumem o protagonismo de suas carreiras e superam as metas propostas. Na safra 2015/2016, 1.233 Integrantes foram lançados a novos desafios dentro da Empresa.

No encerramento do ano-safra, em março de 2016, contávamos com 11.082 Integrantes e 62 Estagiários, refletindo a adequação da nossa força de trabalho ao amadurecimento das equipes, que passaram a ter maior domínio do Negócio e a ser mais produtivas. Além disso, parte de nossos Integrantes foi absorvida pelos Parceiros Agrícolas, à medida que investimos na atração de novas empresas para a operação agrícola dos canaviais. Ao longo do ano, não contamos com variações sazonais significativas no número de Integrantes, uma vez que nossos profissionais são direcionados para qualificações, capacitações e atividades de apoio à manutenção agrícola e industrial no período de entressafra. G4-10Clique e tenha mais informações sobre esse aspecto no Complemento GRI

*Estes números incluem Integrantes, estagiários e Terceiros.

A principal ferramenta para direcionar o desenvolvimento profissional dos Integrantes é o Programa de Ação (PA), pactuado anualmente entre Líderes e Liderados. Por meio do PA, são estabelecidos objetivos e metas a serem alcançados ao longo do ano-safra. Para ampliar o engajamento dos Integrantes, fortalecer o senso de pertencimento e fomentar a atitude de dono do Negócio, contamos também com o Programa de Produtividade Mensal (PPM), que reconhece e bonifica, ao final de cada mês, os profissionais das áreas agrícolas que superam as metas do período. O acompanhamento do desempenho é realizado por meio de quadros e canais de comunicação disponíveis em todas as Unidades. Os Líderes também são treinados e incentivados a comunicar, periodicamente, o progresso do PPM às suas equipes.

Além da produtividade, o PPM também tem contribuído para que os Integrantes adotem boas práticas profissionais alinhadas às diretrizes corporativas, pois ausências injustificadas e a aplicação de medidas disciplinares, por exemplo, são critérios para exclusão da bonificação no período. Com isso, temos alcançado reduções expressivas no nível de absenteísmo (leia mais aqui) e nas taxas de rotatividade da Empresa, alcançando a estabilização das equipes necessária para o cumprimento dos objetivos operacionais.

A capacitação dos Integrantes também é um dos pilares da nossa atuação e os programas são desenvolvidos de forma contínua, atendendo tanto as exigências legais – como no caso de qualificações relacionadas às Normas Regulamentadoras (NRs) – quanto as demandas dos Líderes das equipes. Os cursos são ministrados presencialmente pelos próprios Integrantes, capacitados para atuarem como multiplicadores internos de boas práticas, ou por Parceiros externos, tais como o Senai e os Fornecedores de equipamentos. Na safra 2015/2016, a média de horas de capacitação por Integrante caiu 4% em relação ao ano anterior, consequência do crescente amadurecimento, estabilização das equipes e maior domínio do Negócio por parte dos Integrantes, notadamente nas operações agrícolas. Em contrapartida, os treinamentos para a área de manutenção totalizaram quase 77 mil horas (elevação de 42% em relação a 2014/2015), por causa da troca de equipamentos nas Unidades e pelo foco no melhor planejamento da entressafra. G4-LA9Clique e tenha mais informações sobre esse aspecto no Complemento GRI

Relacionamento com Parceiros e Fornecedores

As parcerias entre a Odebrecht Agroindustrial e seus Fornecedores são de longo prazo e construídas com base em uma atuação ética e transparente. Nos últimos anos, temos aprimorado nossas práticas e mecanismos de gestão da cadeia de suprimentos, buscando aumentar a eficiência das operações e dar mais agilidade e segurança aos processos de compra de insumos e contratação de serviços.

Um dos principais avanços realizados na safra 2015/2016 foi a implementação de um sistema de homologação de Fornecedores que permite acompanhar a conformidade desses parceiros em relação ao atendimento de requisitos legais, além de suas práticas de gestão e controle de desempenho socioambiental – com base em questionário de autoavaliação. Desde o lançamento desta plataforma, todos os nossos novos Fornecedores, equivalentes a 2,9% do total da base de empresas parceiras contratadas no período, foram cadastrados e homologados. Até o final da safra 2016/2017, nossa meta é ter 100% dos Fornecedores homologados no sistema. G4-13Clique e tenha mais informações sobre esse aspecto no Complemento GRI G4-EN32Clique e tenha mais informações sobre esse aspecto no Complemento GRI G4-LA14Clique e tenha mais informações sobre esse aspecto no Complemento GRI

Ainda na última safra, iniciamos um processo de avaliação de desempenho de nossos Fornecedores, no qual o Líder responsável pelo contrato avalia aspectos relacionados a práticas de SSMA, gestão de pessoas, gerenciamento de rotinas, qualidade de atendimento, cumprimento da legislação trabalhista brasileira, entre outros itens. Ao final da avaliação, o Fornecedor recebe uma pontuação consolidada no Índice de Desempenho do Fornecedor (IDF), que será utilizado como critério de apoio para a tomada de decisão em futuras contratações. Quando o desempenho do parceiro é considerado insatisfatório, um plano de ação é estabelecido para que sejam feitas correções e melhorias. Mais de 800 avaliações já haviam sido concluídas até o fechamento deste Relatório.

O processo de seleção, homologação e avaliação de Fornecedores é realizado por meio do Portal do Fornecedor, ferramenta on-line hospedada no site da Empresa, na qual os Parceiros disponibilizam a documentação exigida, participam de concorrências e acompanham o fluxo de pagamentos. O Portal também disponibiliza nosso Código de Conduta Ética dos Fornecedores, documento pelo qual as empresas contratadas comprometem-se a seguir condutas éticas, cumprir a legislação trabalhista e ambiental, adotar mecanismos de gestão dos impactos socioambientais, entre outras boas práticas.

Outra meta da Empresa para a próxima safra é o desenvolvimento de uma matriz de criticidade dos Fornecedores, avaliando dois aspectos principais: influência na produtividade e no custo; e riscos e impactos ambientais, trabalhistas e de conformidade legal. A partir desse mapeamento, serão planejadas ações específicas de aprimoramento do gerenciamento sobre os Parceiros enquadrados nas categorias mais críticas.

Na safra 2015/2016, os gastos com Fornecedores somaram R$ 2,8 bilhões, dos quais 20% foram destinados à remuneração dos Parceiros Agrícolas, cuja gestão é realizada pela área de Parcerias Agrícolas. Aproximadamente 42% do montante foi direcionado para a realização de compras e contratações com Fornecedores locais, localizados nos mesmos estados dos Polos Produtivos.

Nova plataforma de homologação implementada em janeiro de 2016

42%
dos gastos com Fornecedores no ano foram destinados a compras locais

Proporção de gastos com Fornecedores locais (%)* G4-EC9Clique e tenha mais informações sobre esse aspecto no Complemento GRI

  2015/2016 2014/2015 2013/2014
Polo São Paulo 73,7 80,9 72,9
Polo Eldorado 34,2 21,9 34,5
Polo Santa Luzia 24,3 33,6 43,6
Polo Goiás 25,3 42,2 38,4
Polo Araguaia 42,4 41,6 50,9
Polo Taquari 44,1 46,8 43,8
Total 41,9 45,4 49,5

“*Contempla os Fornecedores e Parceiros Agrícolas dos polos (exceto Parceiros de terra e fornecedores do escritório da sede). A proporção é calculada como o total gasto com Fornecedores locais/total gasto com Fornecedores.

17%
da cana moída
na safra veio dos
Parceiros Agrícolas

480 mil
hectares de plantio
em parceria com proprietários
de terras próximas às Unidades

Crescimento das parcerias para o fornecimento de cana-de-açúcar G4-12Clique e tenha mais informações sobre esse aspecto no Complemento GRI

Em nosso modelo de negócios, buscamos formar parcerias estratégicas focadas em proporcionar o aumento contínuo da produção em nossas Unidades. Para isso, uma área designada como Parcerias Agrícolas coordena o Programa de Fornecedores, que tem como objetivo captar empresários alinhados aos nossos valores e boas práticas para atuar em formação de lavoura, tratos culturais e corte, carregamento e transporte de cana-de-açúcar, expandindo as áreas plantadas com custos competitivos e qualidade na operação.

Na safra 2015/2016, trabalhamos com 31 Parceiros Agrícolas, cuja produção foi de 4,9 milhões de toneladas de cana-de-açúcar, o que representa 17% do total da moagem da Empresa no período (ante 12% na safra 2014/2015). Nossa estimativa é que, nos próximos quatro anos, a participação dos Parceiros seja responsável por 30% do total processado – nossa meta é chegar a 40%.

Com essa forma de atuação, todos os envolvidos na cadeia de valor são beneficiados. Para a Empresa, há a diminuição dos riscos, dos custos na operação agrícola e a possibilidade de concentrar os investimentos nas áreas próprias. Os Parceiros, além da remuneração, recebem suporte para o desenvolvimento do plano de negócios e apoio técnico para a melhoria dos índices de produtividade e qualidade do canavial. As Comunidades, por sua vez, são impactadas positivamente com a geração de novos empregos e o incremento na economia local, em decorrência da chegada de novos investimentos.

No fornecimento de cana-de-açúcar, buscamos atuar com dois perfis diferentes de Parceiros. Um deles é formado por grandes empresas, que se responsabilizam por toda a operação agrícola e têm capacidade para entregar mais de 200 mil toneladas a cada ano. O segundo é composto por produtores de pequeno porte, com os quais compartilhamos a produção do canavial. Em ambos os casos, os contratos firmados são de longo prazo, com horizonte de, no mínimo, um ciclo de produção (sete anos).

Um aspecto importante das parcerias de cana-de-açúcar é o compromisso com a expansão do cultivo em novas áreas captadas pela Empresa, o que permitirá às Unidades alcançarem suas capacidades máximas de moagem. Na safra 2015/2016, firmamos novos contratos de expansão aos já obtidos na safra anterior com os Parceiros, totalizando 27,1 mil hectares, 30% acima da meta prevista.

Todos os Parceiros de cana-de-açúcar são avaliados durante o processo de seleção por meio de requisições de informações e visitas às suas operações, nas quais a Empresa avalia periodicamente as práticas de Segurança, Saúde e Meio Ambiente (SSMA) e o cumprimento da legislação vigente, empregando os mesmos critérios e compromissos adotados na gestão dos nossos canaviais. G4-EN32Clique e tenha mais informações sobre esse aspecto no Complemento GRI G4-LA14Clique e tenha mais informações sobre esse aspecto no Complemento GRI

Além do fornecimento de cana, estruturamos parcerias com proprietários de terras próximas às Unidades industriais. A maior parte dos contratos de parcerias nas operações agrícolas é desse tipo, na safra 2015/2016 contávamos com 480 mil hectares e mais de 1,3 mil Parceiros. Esses Parceiros podem ceder suas áreas para o cultivo do canavial ou integrarem o Programa de Parceira Real, com o compartilhamento de produção. Neste último caso, a gestão da lavoura é feita pela Empresa e pelos Parceiros Agrícolas e os resultados são divididos com os proprietários, como remuneração.

Um dos Parceiros com os quais trabalhamos é a Odebrecht Terras, empresa constituída na safra 2014/2015 com o objetivo de garantir um melhor aproveitamento das fazendas e dar mais segurança ao processo de produção de cana-de-açúcar, gerindo as Reservas Legais e Áreas de Preservação Permanente (APPs).

Créditos

Responsável por Sustentabilidade | Mônica Alcântara
Responsável por Comunicação Empresarial | Andressa Saurin
Consultoria GRI e Redação | Usina82
Projeto gráfico | Versal Editores
Desenvolvimento web | Agência Dinamite
Fotografia | Anderson Meneses, Eduardo Moody e Lourenço Furtado

Agradecemos a todos os Integrantes da Odebrecht Agroindustrial que participaram da elaboração desta publicação.