Ser Odebrecht Agro é encontrar, por meio do ser humano, o diferencial para o sucesso de nossas operações. Acreditando que numa equipe de sucesso, formada por pessoas motivadas, batalhadoras, cada um fazendo a sua parte, entregando o seu melhor, com dedicação e amor, visando sempre fazer as entregas com qualidade e segurança.

Adaílton Cardoso

Segurança e Saúde
dos Integrantes

Ser Odebrecht Agro é encontrar, por meio do ser humano, o diferencial para o sucesso de nossas operações. Acreditando que numa equipe de sucesso, formada por pessoas motivadas, batalhadoras, cada um fazendo a sua parte, entregando o seu melhor, com dedicação e amor, visando sempre fazer as entregas com qualidade e segurança.

Adaílton Cardoso

Segurança e Saúde dos Integrantes

A promoção de um ambiente de trabalho seguro e saudável aos nossos Integrantes é um aspecto fundamental para o desenvolvimento sustentável dos negócios da Odebrecht Agroindustrial. Nossa gestão sobre este tema é realizada por meio do Sistema Atitude, que permite o acompanhamento do desempenho e o estabelecimento de metas relacionadas à Segurança, Saúde e Meio Ambiente (SSMA).

O Sistema Atitude é composto por 16 Elementos, que auxiliam a gestão comportamental, de processos e de condições de trabalho. Dentre esses Elementos, quatro são chamados de Estruturantes e compõem a base da cultura de SSMA da Empresa.

 

sistema-atitude

 

Além dos 16 Elementos, o Sistema Atitude é composto pelos Requisitos de Atividades Críticas (RACs), protocolos que estabelecem padrões e procedimentos para a operação segura de atividades críticas nas Unidades. Atualmente, possuímos 13 RACs e outros podem ser criados sempre que forem identificadas atividades consideradas críticas para a gestão de SSMA.

O nível de implementação do Sistema Atitude, dos Elementos Estruturantes e dos RACs é monitorado continuamente durante a safra. O mecanismo de monitoramento envolve etapas de avaliações cruzadas, realizadas por meio de equipes multidisciplinares. Cada Unidade é avaliada pela área de SSMA e por Integrantes de outras localidades, prática que também assegura a troca de experiências e a disseminação de boas práticas entre as equipes. O protocolo de avaliação contempla um método quantitativo para identificar o percentual de implementação de cada Elemento ou RAC. Posteriormente, essas pontuações são consolidadas, considerando pesos maiores para aspectos de maior criticidade. A Unidade recebe um relatório de avaliação e compromete-se com um plano de ação para aprimorar seus resultados.

Na safra 2015/2016, a taxa de implementação do Sistema Atitude foi de 63%, 3 pontos percentuais acima da meta estabelecida para o período. Em relação aos RACs, alcançamos 77% de conformidade (a meta era de 75%). O nível de adequação dos Elementos Estruturantes ficou em 51%, abaixo da meta de 75%, principalmente pela falta de formalização das práticas e pela necessidade de maior engajamento das Lideranças. Para a safra 2016/2017, todas as Unidades comprometeram-se em elevar esses percentuais de implementação. A meta mais agressiva é a de atingir 90% de implementação dos Elementos 1 (Compromisso e Liderança) e 6 (Desenvolvimento Comportamental).

Resultados da safra 2015/2016

O avanço na implementação do Sistema Atitude contribuiu para a melhoria de nosso desempenho na última safra, em relação ao período 2014/2015. Além disso, a disciplina de aplicação dos RACs e de outros procedimentos de segurança e o engajamento das lideranças em campo impulsionaram positivamente os resultados.

A Taxa de Frequência (TF) de acidentes no período foi de 1,52, resultado melhor do que a meta estipulada para 2015/2016 em 8% e em 37%, na comparação com a safra anterior. A Taxa de Gravidade (TG), por sua vez, alcançou índice de 54, pior do que a meta para o ano em 10%, porém melhor em 47% em relação ao resultado obtido em 2014/2015. No período, também não houve ocorrência de fatalidades por acidentes de trabalho, meta inegociável em nossas operações. Entre abril e julho de 2016, tivemos os índices de acidentes mais baixos da história da Odebrecht Agroindustrial.

Taxa de Frequência de acidentes*

  2015/2016 2014/2015 2013/2014
Polo São Paulo 1,08 2,50 2,30
Polo Eldorado 2,17 2,60 0,52
Polo Santa Luzia 1,34 1,76 1,24
Polo Goiás 0,83 1,76 0,75
Polo Araguaia Unidade
Morro Vermelho
1,47 2,73 2,68
Unidade
Água Emendada
2,04 3,26 2,56
Polo Taquari Unidade
Costa Rica
2,46 4,61 2,14
Unidade
Alto Taquari
1,75 1,37 3,57
Consolidado 1,52 2,42 1,58

*Contempla acidentes com e sem afastamento de Integrantes e Terceiros. A taxa é calculada como o número de acidentes reportáveis/1 milhão de horas/homem trabalhadas. Apenas o Polo São Paulo localiza-se na região Sudeste, as demais Unidades estão em Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul (Centro-Oeste). A Empresa não dispõe dos dados segmentados por gênero. Os dados apresentados no Relatório Anual da Safra 2014/2015 foram reapresentados por mudança na forma de consolidação.

Taxa de Gravidade de acidentes*

  2015/2016 2014/2015 2013/2014
Polo São Paulo 58 118 48
Polo Eldorado 60 73 68
Polo Santa Luzia 50 89 116
Polo Goiás 34 74 30
Polo Araguaia Unidade Morro Vermelho 45 161 49
Unidade Água Emendada 43 28 1.488
Polo Taquari Unidade Costa Rica 78 173 25
Unidade Alto Taquari 94 7 111
Consolidado 54 101 175

*Contempla acidentes com e sem afastamento de Integrantes e Terceiros. A taxa é calculada como o número de dias de afastamento (debitados + perdidos)/1 milhão de horas/homem trabalhadas. Apenas o Polo São Paulo localiza-se na região Sudeste, as demais Unidades estão em Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul (Centro-Oeste). A Empresa não dispõe dos dados segmentados por gênero. Os dados apresentados no Relatório Anual da Safra 2014/2015 foram reapresentados por mudança na forma de consolidação.

Taxa de frequência de acidentes*

*TF = n° de acidentes reportáveis/1 milhão de horas/homem trabalhadas

Taxa de gravidade de acidentes*

*TG = (dias perdidos + dias debitados)/1 milhão de horas/homem trabalhadas

O nível de absenteísmo justificado com atestados médicos dos Integrantes também tem caído nos últimos anos, em decorrência das ações de melhoria relacionadas à segurança e saúde. Na safra 2015/2016, o índice ficou 28% abaixo do período anterior e 8% menor do que a meta estabelecida em nosso planejamento. Entre os fatores que levaram a esse desempenho estão: o acompanhamento mais próximo e individualizado das ausências justificadas com atestados médicos, com foco nas de maior duração e nos motivos de afastamento; o monitoramento mensal em cada Unidade, segmentando o índice por área; e o envolvimento proativo com os órgãos locais do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Índice de absenteísmo*

  2015/2016 2014/2015 2013/2014
Polo São Paulo 310 373 352
Polo Eldorado 506 582 327
Polo Santa Luzia 520 533 361
Polo Goiás 297 590 509
Polo Araguaia Unidade Morro Vermelho 352 665 702
Unidade Água Emendada  432 469 811
Polo Taquari Unidade Costa Rica 430 712 557
Unidade Alto Taquari 270 468 473
Consolidado 380 529  493

*Contempla apenas Integrantes. A taxa é calculada como o número de dias perdidos por atestado/1.000 Integrantes. Apenas o Polo São Paulo localiza-se na região Sudeste, as demais Unidades estão em Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul (Centro-Oeste). A Empresa não dispõe dos dados segmentados por gênero. Os dados apresentados no Relatório Anual da Safra 2014/2015 foram reapresentados por mudança na forma de consolidação.

Índice de absenteísmo*

*Índice de absenteísmo = dias perdidos por atestado/1.000 Integrantes

Segurança no transporte

Em nossas operações, possuímos mecanismos para avaliar a segurança nas atividades de transporte e estabelecemos metas anuais de melhoria, contemplando veículos próprios e de Parceiros. Na safra 2015/2016, implementamos o Programa de Segurança Veicular, que contribuiu para a redução do número de acidentes e melhoria nos indicadores de transporte de Integrantes, frota de apoio (caminhões) e veículos leves. Contudo, o desempenho esteve abaixo do esperado no quesito transporte de cana-de-açúcar, o que resultará em ações focadas para os prestadores desse tipo de serviço na safra 2016/2017.

Indicador de segurança veicular*

*Indicador = número de ocorrências/1 milhão de quilômetros rodados

 

O índice de acidentes no transporte de cana subiu 41% em relação à safra 2014/2015 e ficou 72% pior do que a meta estabelecida para o último ano. Para reverter o cenário, promovemos workshops direcionados para os Líderes desses Parceiros em cada Unidade e definimos um plano de ação que abrange a intensificação dos treinamentos para os motoristas, o mapeamento das estradas, dos riscos e das condições de tráfego, a instalação de telemetria em 100% da frota e a implementação de programas que identificam sono e cansaço dos motoristas, além do fortalecimento de práticas de manutenção preventiva. Não houve vítimas fatais no período.

No transporte de Integrantes, registramos 14 ocorrências no período – a maior parte delas relacionada a falhas de procedimento –, resultando em um índice 9% melhor do que na safra 2014/2015, mas 3% acima da meta do último ano. Uma das empresas prestadoras de serviço foi responsável por 43% dos registros e teve seu contrato rescindido por não ter apresentado um plano efetivo de melhorias. Para a safra 2016/2017, temos como objetivo atuar em conjunto com as Lideranças dos Parceiros para alcançarmos evoluções no índice e concluirmos a implementação do Programa de Segurança Veicular.

Com os caminhões próprios da frota de apoio, registramos 21 ocorrências, resultado 24% melhor na comparação com o ano anterior, mas 20% acima da meta. Mais da metade dos casos foi ocasionada por falhas humanas e devido à condução em velocidades maiores do que as adequadas para os trechos. Na safra 2016/2017, consolidamos a instalação de sistemas de telemetria em 100% da frota e de comitês para avaliar os acidentes e aplicar medidas corretivas.

Registramos, ainda, 12 acidentes com veículos leves no último ano, desempenho que fez o índice deste segmento cair 59% em relação à safra anterior e ser melhor do que a meta de 2015/2016 em 32%. O bom resultado é consequência de ações diretas do Programa de Segurança Veicular, tais como a formação dos condutores em cursos de direção defensiva, a realização de campanhas educativas, a checagem periódica dos automóveis e a entrada em funcionamento dos comitês de avaliação de conduta dos motoristas.

Créditos

Responsável por Sustentabilidade | Mônica Alcântara
Responsável por Comunicação Empresarial | Andressa Saurin
Consultoria GRI e Redação | Usina82
Projeto gráfico | Versal Editores
Desenvolvimento web | Agência Dinamite
Fotografia | Anderson Meneses, Eduardo Moody e Lourenço Furtado

Agradecemos a todos os Integrantes da Odebrecht Agroindustrial que participaram da elaboração desta publicação.